Uma ONG que defendia mulheres presas por aborto anunciou o fechamento após duas décadas de atuação em El Salvador. A entidade denunciou ambiente “hostil” e restrições impostas por lei aprovada sob o governo Nayib Bukele.
A organização ajudou a libertar cerca de 80 mulheres e tentou, sem sucesso, mudar a legislação que pune o aborto com até 50 anos de prisão. Nova lei impõe taxa de 30% sobre recursos estrangeiros destinados a ONGs.
Grupos de direitos humanos afirmam que a medida busca silenciar críticas ao governo. Apesar do encerramento formal, o coletivo informou que continuará o ativismo com foco regional.