O Denarc cita o Banco Master em relatório sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro do PCC. A investigação também menciona a empresa do doleiro Victor Henrique de Oliveira Shimada, investigado por suspeita de atuar como operador financeiro da facção.
Segundo a Polícia Civil, empresas reais e de fachada movimentaram mais de R$ 49 bilhões para ocultar recursos do tráfico de drogas. Os investigadores afirmam que parte da estrutura era usada para transferências financeiras e conversão de valores em criptomoedas.
De acordo com o Estadão, o relatório aponta que o Master teria integrado a rede de empresas analisadas no inquérito. A defesa de Shimada nega qualquer vínculo com organizações criminosas, e o espaço permanece aberto para manifestações dos demais citados.