O governo Lula prevê um aporte de R$ 651,8 milhões à Eletronuclear no Orçamento de 2027. Os recursos serão usados para manter contratos de Angra 3 enquanto não há decisão sobre a retomada ou abandono das obras, de acordo com a Folha de S. Paulo.
A Eletronuclear estima precisar de R$ 1,03 bilhão para garantir a manutenção técnica e institucional de Angra 3 em 2027. Além dos recursos da União, a estatal considera um aporte de R$ 365 milhões do acionista minoritário.
Estudo do BNDES estima em R$ 23,9 bilhões o custo para concluir Angra 3, enquanto abandonar o projeto custaria entre R$ 21,9 bilhões e R$ 26 bilhões. Sem novos recursos, há risco de rompimento de contratos.