Segundo ele, com a Selic em 8,5%, e a captação de recursos via LCAs com custo de 90% da taxa básica, acrescido de spreads de até 3%, os juros finais para linhas a taxas livres ficariam em um dígito. Nesse cenário, raciocina, as instituições financeiras têm interesse em aplicar mais recursos próprios no crédito rural, o que alivia mais ainda os custos da subvenção.