O secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, disse que até R$ 9,5 bilhões do pacote contra o tarifaço dos EUA podem ser retirados da meta de 2025. A medida inclui R$ 4,5 bilhões para fundos garantidores e R$ 5 bilhões em créditos tributários via Reintegra.
A exclusão precisa de aval do Congresso por meio de projeto de lei complementar. Mesmo fora do limite de gastos e da meta, essas despesas aumentam a dívida pública, já considerada alta para países emergentes.
A possibilidade já havia sido antecipada por Geraldo Alckmin. O governo também tem histórico de retirar precatórios e outros gastos emergenciais das metas, como ocorreu durante a pandemia e no auxílio ao Rio Grande do Sul.