Em Minas Gerais, Lula disse não aceitar que países opinem sobre a democracia brasileira e reforçou que soberania e dignidade não podem ser desrespeitadas, defendendo também a educação como motor do desenvolvimento.
Ele minimizou o apoio dos EUA a países latinos, afirmando que nenhum vizinho enriqueceu sob essa influência em 500 anos, enquanto a crise diplomática se agrava com o tarifaço e pressões do governo Trump.
Lula comentou ainda o julgamento de Bolsonaro, dizendo que não assistirá e que o ex-presidente deve provar inocência antes de pedir anistia, destacando que “quem manda no Brasil é o povo brasileiro”.