O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu julgar o ex-ministro do Meio Ambiente e atual deputado federal Ricardo Salles (Novo) por suspeita de facilitar contrabando de produtos florestais durante sua gestão na pasta.
A notícia-crime foi apresentada em 2020 por parlamentares da oposição, com base em vídeos da reunião ministerial em que Salles sugeriu “passar a boiada” enquanto a atenção estava na pandemia. A PGR apontou indícios de ação coordenada de servidores ligados a ele em benefício de madeireiras.
Com a decisão, Salles passa a responder como réu na Suprema Corte, em processo que investigará se houve uso do cargo para favorecer ilegalmente empresas do setor florestal.