De acordo com a investigação, os suspeitos atuavam em pontos estratégicos da região do Brás, abordando motoristas que estacionavam em áreas onde o uso da Zona Azul é obrigatório. Eles se passavam por ambulantes credenciados para comercializar os cartões digitais e ofereciam o serviço diretamente na rua. O pagamento era feito em dinheiro ou por maquininha, mas, em vez de ativar o estacionamento no sistema oficial, os criminosos entregavam ao motorista um comprovante falso, impresso na hora em uma impressora portátil, com layout idêntico ao da Prefeitura.