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Vereadores entram com ação após UFRGS barrar culto de alunos: “Intolerância religiosa”

Parlamentares de Porto Alegre pediram uma investigação sobre a conduta da Reitoria de barrar o evento da missão “Aviva Universitário”, em agosto.

Os estudantes cristãos realizaram o culto em frente à UFRGS. (Foto: Guiame).
Os estudantes cristãos realizaram o culto em frente à UFRGS. (Foto: Guiame).

Dois vereadores entraram com ações no Ministério Público contra a Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), após alunos cristãos serem proibidos de realizar culto dentro da instituição.

No dia 12 de agosto, o “Aviva Universitário”, uma missão que tem feito cultos dentro de universidades do Brasil, planejou realizar um evento evangelístico na UFRGS, porém foram barrados pelos seguranças da Polícia Universitária Federal.

Também proibidos de se reunir em um canteiro na entrada da UFRGS, o grupo de jovens cristãos atravessou a rua e realizou o culto em uma rótula, em frente à universidade.

Dias após o incidente, a vereadora de Porto Alegre, Mariana Lescano (PP), informou que protocolou uma denúncia contra a UFRGS no Ministério Público Federal por restrição à pluralidade e discriminação institucional.

“A UFRGS proibiu o evento, mas autoriza jovens sexualizando, usando todo tipo de droga em festinha dentro da universidade. Mas acha bonito ter o tour comunista para calouros”, afirmou Lescano, em vídeo no Instagram.

“Não podemos mais normalizar que a esquerda domine esses espaços que são públicos. Por isso, eu denunciei a UFRGS ao Ministério Público por intolerância religiosa e intolerância política. Feriram a Constituição Federal”.

A vereadora ainda criticou o fato de que os diretórios acadêmicos e a reitoria são guiados por ideologias.

“Grande parte da nossa sociedade normalizou que a esquerda use as universidades para fazer a sua doutrinação. As universidades deveriam servir ao interesse do povo e não de meia dúzia de esquerdistas que usam as universidades para tomar a mente dos nossos jovens”, ressaltou.

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