A inflação na Argentina foi de 2,1% em setembro, segundo o Indec, e o acumulado em 12 meses caiu para 31,8%, abaixo dos 33,6% de agosto. Os setores que mais subiram foram habitação, água, eletricidade, gás e educação.
O país passa por ajuste econômico sob Javier Milei, com cortes de subsídios e forte aumento de preços. Apesar de queda da pobreza, uma crise política recente afetou mercados e o câmbio, levando Milei a buscar apoio de Donald Trump.
O governo argentino tomou medidas monetárias e fiscais, incluindo intervenções no câmbio e acordos com o FMI, para conter a inflação e estimular investimentos. A flexibilização cambial busca manter a moeda estável e reforçar reservas comerciais.