Líderes europeus afirmaram que o plano dos EUA pode servir de base para negociações de paz, mas requer ajustes, sobretudo nas limitações previstas às Forças Armadas da Ucrânia e na cessão de territórios, segundo declaração paralela ao G20.
O grupo destacou que fronteiras não devem mudar pela força e que pontos ligados à UE e à Otan dependem de aval dos membros. Zelenski reforçou que defenderá liberdade e dignidade do país, enquanto europeus pedem participação direta nas tratativas.
Autoridades se preparam para reuniões em Genebra com representantes ucranianos e norte-americanos. Para observadores, os termos atuais favorecem Moscou, embora Putin tenha chamado o plano de base para uma resolução do conflito.