A Venezuela pediu ajuda da Opep para conter o que chamou de “agressão” dos EUA, cuja operação envolve porta-aviões, caças e milhares de militares. Maduro afirmou que a mobilização busca derrubá-lo e ameaça o equilíbrio do mercado energético.
Caracas diz que alertas dos EUA levaram à suspenção de voos e que Washington tenta controlar as reservas de petróleo. O regime revogou licenças de seis empresas e acusou adesão ao “terrorismo de Estado”, enquanto senadores americanos sugerem exílio de Maduro.
A tensão cresceu após relatos de ataques americanos contra barcos venezuelanos e de conversas entre Trump e Maduro, negadas por aliados chavistas. Para Caracas, a ação militar coloca em risco a produção nacional e a estabilidade global do petróleo.