A revista britânica The Economist defendeu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não concorra à reeleição em 2026, afirmando que, apesar da resiliência institucional do Brasil, o país merece escolhas melhores no próximo pleito.
O editorial aponta a idade como principal risco, destacando que Lula teria 85 anos ao fim de um novo mandato. A publicação menciona questões de saúde recentes e afirma que carisma não impede possível declínio cognitivo.
A revista também cita desgaste político e críticas à política econômica, embora reconheça avanços como a reforma tributária. Segundo o texto, Lula segue favorito pela ausência de rivais fortes, e Tarcísio de Freitas surge como opção mais competitiva.