Ao assumir a presidência da Corte Interamericana de Direitos Humanos, Rodrigo Mudrovitsch afirmou que “a preservação da democracia é inadiável”. Segundo ele, eleições legítimas exigem imprevisibilidade e proteção contra a captura de resultados.
O magistrado destacou que a ordem internacional do pós-Segunda Guerra vive um momento de contestação, com avanço do unilateralismo. Para Mudrovitsch, paz e democracia dependem do respeito aos direitos humanos e ao direito internacional.
Órgão autônomo da OEA, a Corte IDH julga violações graves cometidas por países membros. Entre os casos em análise está o do Estado brasileiro pelas mortes de 96 bebês em uma clínica em Cabo Frio.