A BYD prepara a chegada do chamado Dolphin G híbrido ao Brasil até o final de 2026, de acordo com o site de Autoesporte, que também apurou que o carro vai chegar até um pouco mais em conta que a linha atual, disponível apenas com versões elétricas.
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Além disso, na comparação com o Dolphin elétrico, a versão híbrida terá algumas diferenças importantes. Confira a seguir 5 delas que justificam a espera pela novidade que está entre as mais esperadas do ano.
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1 – Design
O BYD Dolphin G híbrido terá visual atualizado. Passará a ter faróis maiores e com filete de LED como luz diurna. Os destaques também ficam por conta da grade frontal reestilizada e do para-choque redesenhado que dá um aspecto mais esportivo ao carro.
Na traseira, o modelo tem lanternas com novos detalhes, mas mantendo o mesmo formato do atual, além de mudanças discretas no para-choque e novos conjunto de rodas. Além disso, na barra de LED entre as lanternas vai o logo BYD no lugar da inscrição Build Your Dreams
Devido às alterações nos para-choques, o Dolphin da linha 2026 acabou ficando com 16 cm a mais de comprimento em relação ao atual, passando a ter 4,28 m. Mas as outras medidas continuam as mesmas: largura de 1,77 m, altura de 1,57 m e entre-eixos de 2,77 m.
2 – Equipamentos
Imagem: Divulgação
O principal item fica por conta do chamado God´s Eye (Olho de Deus), que inclui 12 câmeras, radares de ondas de 5 mm e 12 radares ultrassônicos. Tudo isso funciona para proporcionar uma visão de 360 graus ao redor do carro.
Além disso, o sistema entrega assistência de permanência na faixa, controle de cruzeiro adaptativo, assistência de saída de faixa, reconhecimento de sinais de trânsito e controle inteligente de velocidade, entre outras funções.
Por dentro, as mudanças no Dolphin híbrido incluem um novo volante de três raios e um atualizado mostrador digital de 8,8 polegadas, ante 5 polegadas do atual. Além disso, o carregador de celular por indução conta com 50 W de potência.
3 – Eficiência
O sistema de propulsão do Dolphin G deve espelhar o do novo crossover Atto 2 DM-i, combinando um motor a gasolina de quatro cilindros 1.5 litro com um motor elétrico. Juntos, esses conjuntos entregam potência combinada de 259 cv, no caso do Atto 2 DM-i.
Ainda conforme a Autoesporte, a BYD trabalha para que o Dolphin G híbrido venha a ser oferecido com sistema flex, mas ainda não está confirmado que em 2026 o carro vai chegar como bicombustível.
De qualquer forma, como híbrido plug-in, a nova versão terá mais autonomia. O que se sabe até agora é que, pelo ciclo europeu (WLTP), apenas no modo elétrico, o alcance chega a 90 km e que consumo pode chegar a 55 km/l com o uso alternado dos dois motores (elétrico e o a combustão).
4 – Dirigibilidade

Imagem: Divulgação
Por causa da menor altura em relação ao solo, à carroceria mais leve e ao arrasto aerodinâmico reduzido do Dolphin G, existe potencial para ganhos adicionais de eficiência no dia a dia, o que significa que o carro será estável e ágil ao mesmo tempo, contribuindo com o prazer de dirigir.
Outra novidade esperada para o Dolphin híbrido será a suspensão traseira do tipo multilink, que até então estava reservada apenas para a configuração Plus. Com isso, como sabemos, dará mais conforto e estabilidade, além de filtrar melhor as ao piso brasileiro, comparadas às do tipo eixo de torção.
5- Multimídia
O interior provavelmente contará com um painel mais simples com uma grande tela flutuante central sensível ao toque. A novidade se resumirá ao novo sistema DiLink 5.0, equipado com o chip Qualcomm 8295. Entre as vantagens estarão o menor tempo de resposta de voz (0,8 segundo) e assistência ao motorista L2+ opcional com NOA (Navegação no Piloto Automático) na estrada.
Portanto, estamos falando de um sistema multimídia mais moderno e eficiente que o atual, mas mantendo o que há de bom no atual, como o sistema giratório, dando opção de funciona na vertical ou na horizontal.