O secretário-executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS), Darlan Palharini, afirma que o problema não é novo, mas se agrava com a combinação de maior produção e aumento das importações. “Em 2025, o aumento de produção de leite do Rio Grande do Sul chega a 12% em relação a 2024, o equivalente a 500 milhões de litros”, diz.
Diante do atual cenário, a CNA defende a retomada, pelo governo, da análise antidumping com base no leite in natura como produto similar ao leite em pó importado, argumentando que essa é a única forma de conter o avanço das compras no exterior.