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Andorinhas no verão: confira riscos e cuidados

Protegidas pela Lei nº 9.605/98, as andorinhas migram para o Brasil fugindo do frio e atuam no controle natural de mosquitos e pragas

Foto: Adobe Stock

Entre setembro e março, as andorinhas surpreendem muita gente ao construir ninhos nos beirais das casas e telhados das cidades, vindas de uma longa viagem do hemisfério norte para o sul do planeta.

Elas buscam comida abundante e as temperaturas quentes do verão para sobreviver ao inverno rigoroso do norte. 

As andorinhas são protegidas pela Lei de Crimes Ambientais. Isso significa que machucá-las, capturá-las ou destruir seus ninhos é crime. Esses pássaros ajudam a controlar os insetos, comendo mosquitos, pernilongos e outras pragas.

Por que as andorinhas escolhem áreas urbanas no calor?

cuidados com andorinhas no verão
Foto: Adobe Stock

As cidades oferecem muitos lugares onde as andorinhas podem descansar e fazer ninhos. Elas usam beirais de casas, áreas de telhados e até fios de luz como locais para construírem seus ninhos. As luzes das ruas e casas atraem insetos, facilitando a alimentação das aves.

Muitas pessoas pensam que as andorinhas “sujam” os lugares, mas, na verdade, elas estão apenas tentando sobreviver. 

A presença delas é temporária e dura apenas alguns meses. Quando o calor passa, elas voltam para o norte. Essa é uma estratégia natural da espécie para encontrar comida e clima adequado.

Identificando os principais riscos e cuidados com andorinhas no verão

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Foto: Adobe Stock

As cidades podem ser perigosas para as andorinhas. Telhados de metal ficam muito quentes no sol e podem machucá-las. Gatos domésticos são predadores naturais dessas aves. 

Vidros de prédios e casas também causam acidentes, pois as andorinhas não conseguem vê-los e batem contra eles.

Se você encontrar uma andorinha caída ou presa em algum lugar, não tente cuidar dela sozinho. Entre em contato com a Secretaria do Meio Ambiente da sua cidade ou com o Ibama. Tentar ajudar sem conhecimento pode piorar a situação ou até matar a ave.

Como manter a higiene e a convivência harmônica

As andorinhas fazem cocô nos lugares onde ficam, o que pode incomodar as pessoas. Para resolver isso, você pode colocar lonas de plástico ou jornais no chão, embaixo dos locais onde elas pousam. 

Assim fica mais fácil limpar e você evita contato direto com as fezes, que podem transmitir doenças.

É importante saber que destruir ninhos com ovos ou filhotes é crime. A limpeza pesada e o fechamento de espaços só podem ser feitos depois que as andorinhas voltarem para o norte. Essa regra existe para proteger a espécie e respeitar seu ciclo de vida.

Hidratação das andorinhas no verão

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Foto: Adobe Stock

Em dias muito quentes, você pode ajudar oferecendo água limpa para as andorinhas. Entretanto, nunca dê comida como pão ou restos de comida humana.

Você pode colocar recipientes rasos com água no quintal ou jardim. Lembre-se de trocar a água todos os dias para evitar a criação do mosquito da dengue e fungos que fazem mal às aves. 

Plantar flores e plantas da região atrai insetos naturalmente, uma fonte de alimentação para as andorinhas.

O que diz a lei e como agir em casos de incidentes

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Foto: Adobe Stock

A Lei nº 9.605/98 pune quem machuca, persegue ou destrói ninhos de andorinhas. As punições podem incluir prisão, multa ou outras penalidades como proibição de fazer contratos com o governo.

Se encontrar uma andorinha machucada, coloque-a com cuidado em uma caixa de papelão com furos para ela respirar. Deixe a caixa em um local escuro e silencioso até que os técnicos especializados cheguem. 

As Secretarias Municipais do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade e outros órgãos ambientais dão orientações corretas sobre como lidar com essas situações.

Conviver bem com as andorinhas traz benefícios para todos. Elas controlam os insetos naturalmente e ajudam a manter o equilíbrio do meio ambiente nas cidades. Seguir as regras de proteção garante que essas aves continuem visitando nossa região a cada verão.

*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação Agro Estadão

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