Avaliação positiva do governo Lula sobe, mas 38% dizem que gestão é ruim ou péssima
Reprodução: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Resumo da notícia
Pesquisa Datafolha revela melhora na avaliação do governo Lula, atingindo 33% de aprovação, a mais alta desde o início de seu terceiro mandato. A pesquisa anterior, de julho, registrava 29% de aprovação.
Avaliação negativa do governo cai para 38%, uma redução significativa em comparação aos 50% de julho. Cerca de 28% dos entrevistados classificam o governo como regular.
O levantamento foi conduzido com 2.005 pessoas em 113 cidades, entre 8 e 9 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais. A região Nordeste apresenta maior apoio a Lula, enquanto a região Sul mostra maior rejeição.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial e cuidadosamente revisado por jornalistas antes de ser publicado.
O instituto Datafolha divulgou uma pesquisa nesta quinta-feira (11) que aponta que a avaliação do governo Lula melhorou, mas a maior parcela dos brasileiros ainda considera a gestão ruim ou péssima. A fatia dos que dizem que a atual administração é boa ou ótima chegou a 33%, contra 29% da pesquisa anterior, realizada em julho. O patamar atingido nesta pesquisa de setembro é o mais alto desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A avaliação negativa chegou a 38%, diante de 50% registrados em julho. Outros 28% consideram o governo regular.
O pior índice do governo Lula ocorreu em fevereiro, quando um levantamento do Datafolha apontou 24% de pessoas que consideravam a gestão boa ou ótima.
A pesquisa divulgada nesta quinta (11) foi organizada a partir de entrevistas com 2.005 pessoas, em 113 cidades brasileiras, entre os dias 8 e 9 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.
O levantamento mostra que Lula tem maior aceitação no Nordeste, com 45% de bom ou ótimo. O desempenho negativo do petista é maior na região Sul, com 52%. O aumento de aceitação do governo Lula coincidiu com o julgamento da tentativa de golpe de Estado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.