Dois anos após iniciar a reestruturação, o Bradesco registra alta do lucro e da rentabilidade sob Marcelo Noronha. A gestão avalia que as mudanças começam a surtir efeito, mesmo com investidores atentos ao ritmo da recuperação.
As ações preferenciais caíram 2,55% após projeções mais cautelosas para 2026. O banco estima crescimento do crédito entre 8,5% e 10,5% em 2025 e margem financeira líquida de até R$ 48 bilhões, abaixo do esperado pelo mercado.
Segundo a Folha de S.Paulo, Noronha afirma manter o plano iniciado em 2024, com fechamento de agências, foco digital e expansão na alta renda. A estratégia busca elevar o retorno e competir com fintechs com mais eficiência.