O governo incluiu a estratégia de agregação de valor no setor mineral em acordo de cooperação com a Coreia do Sul, com destaque para minerais críticos.
O documento prevê integração industrial, projetos de exploração, refino e desenvolvimento tecnológico, mirando setores como baterias, eletrônicos e veículos elétricos.
Segundo o setor produtivo, o uso dos minerais tem caráter político e diplomático, sinalizando às grandes potências a intenção de ampliar o papel do Brasil nas etapas mais lucrativas da cadeia.