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Café arábica sobe em Nova York; robusta recua em Londres

Mercado de café ainda reflete a retirada das tarifas adicionais de 40% impostas pelos EUA sobre as exportações brasileiras

Movimento de alta em Nova York contrasta com as quedas acumuladas nas semanas anteriores. Foto: Adobe Stock

O mercado internacional de café registrou nesta segunda-feira, 24, um comportamento divergente entre as bolsas de Nova York e Londres. No segundo dia de negociação após a retirada dos 40% de tarifas adicionais sobre as exportações brasileiras de café para os Estados Unidos (EUA), os contratos de arábica negociados na bolsa de Nova York avançaram pelo segundo pregão consecutivo, enquanto os contratos do tipo robusta negociados na bolsa de Londres encerraram o dia em queda.

O movimento em Nova York foi dominado pelo apetite comprador e pela reação imediata do mercado à desoneração das importações pelos EUA, segundo o Escritório Carvalhaes. Os contratos de arábica para março/26 atingiram a máxima de US$ 3,785 por libra-peso. No fechamento, contudo, mantiveram boa parte dos ganhos e encerraram a US$ 3,765 — valorização de 1,92%.

O movimento contrasta com as quedas acumuladas nas semanas anteriores. Ainda assim, a consultoria indica que a trajetória é positiva no curto prazo: +3,71% em outubro e avanço acumulado de 32,30% em 2025.

Já em Londres, o robusta seguiu em direção oposta. Os contratos para janeiro/26 chegaram a tocar US$ 4.562 por tonelada na máxima do dia, mas perderam força na reta final do pregão. A queda refletiu ajustes técnicos e realização de lucros. No encerramento, o vencimento fechou em US$ 4.453, com recuo de 1,18% por tonelada.

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