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Casares divide culpa por crise e confirma comando profissional no São Paulo

“Eu me sinto parte integrante deste momento. A responsabilidade é coletiva: do presidente, da diretoria, da comissão técnica e dos atletas”, afirmou. Casares também lembrou que tem mandato vigente e considerou natural a mobilização política da oposição, citando pedidos de impeachment registrados nas últimas horas.

O presidente disse ter recebido apoio da coalizão que sustenta sua gestão e destacou a expectativa de um balanço financeiro positivo ao fim da temporada. “Tudo indica que faremos um belo balanço, o que nos dá envergadura para ter um 2026 competitivo”, declarou.

Mudanças antecipadas

Casares explicou que as alterações no comando do futebol, incluindo a chegada do CEO Márcio Calomagno, faziam parte de um plano mais amplo de profissionalização, mas precisaram ser aceleradas diante da instabilidade do momento.

“As mudanças foram necessárias. Nós estávamos prevendo ajustes após o fim do Brasileirão e tivemos que antecipar o processo”, afirmou. Ele destacou que Calomagno já atuou na reorganização de outros departamentos e agora terá função direta no planejamento esportivo.

Rui Costa e Muricy assumem protagonismo no futebol

Durante a coletiva, Casares deixou claro que o comando técnico e estrutural do departamento será exercido por profissionais com experiência e autonomia.

“O futebol será tocado por profissionais. Rui Costa é o executivo de futebol, e Muricy o coordenador. Esse é o quadro para 2026, com minha participação efetiva”, afirmou.

O presidente reforçou que a nova organização faz parte de um movimento de reconstrução e que as decisões adotadas deverão servir como base para recolocar o São Paulo em um patamar mais competitivo no próximo ciclo.

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