A Celac expressou preocupação com a presença militar americana no Caribe. Em comunicado divulgado pelo chanceler venezuelano Yván Gil, os 33 países do grupo defenderam que a região siga como “Zona de Paz” e pregam solução pacífica.
O texto citou princípios como soberania, integridade territorial e autodeterminação dos povos, além da rejeição da força. A declaração ocorreu após reunião de emergência convocada pela Colômbia, que ocupa a presidência temporária.
A escalada acontece após operações dos EUA contra cartéis de drogas, que deixaram mortos em ações contra barcos venezuelanos. Caracas acusa Washington de usar o tema para interferir em sua política interna. A Guatemala não apoiou o texto.