Policiais e manifestantes entraram em confronto em frente ao Congresso argentino durante a discussão da reforma trabalhista proposta por Javier Milei. Agentes usaram gás lacrimogêneo e canhões d’água após tentativa de romper bloqueios.
A Câmara iniciou a análise do texto, já aprovado pelo Senado, e o governo quer concluir a votação até 1º de março. A principal central sindical convocou greve geral, afetando transportes, comércio e voos.
A reforma flexibiliza contratos, amplia jornada e período de experiência e impõe limites a greves em setores essenciais. O governo diz que as mudanças estimulam o emprego, enquanto sindicatos denunciam retirada de direitos.