O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou o embargo de petróleo dos EUA. Ele afirmou que as medidas do governo Trump causam “danos criminais” ao país.
Segundo Díaz-Canel, as sanções afetam a infraestrutura e a vida cotidiana. Parlamentares democratas dos EUA também classificaram a política como “punição coletiva cruel”.
A crise energética agravou apagões, afetando hospitais e serviços básicos. Cuba diz estar aberta ao diálogo, enquanto Washington cobra mudanças no regime.