A defesa de Jair Bolsonaro recorreu da decisão do ministro Alexandre de Moraes que proibiu o ex-presidente de receber visitas com fins político-eleitorais e de divulgar manifestos. Os advogados pedem a revisão da medida ou o envio à Primeira Turma do STF.
No recurso, a defesa afirma que as restrições são genéricas e sem respaldo constitucional, sustentando que a suspensão dos direitos políticos não impede a liberdade de manifestação de pensamento.
As medidas foram adotadas após Flávio Bolsonaro divulgar uma carta do ex-presidente nas redes sociais. Na mesma decisão, Moraes também suspendeu por 90 dias as visitas do senador ao pai.