A defesa do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto apresentou habeas corpus à presidência do STF contra sua prisão preventiva, que já supera 300 dias. Os advogados afirmam que quatro pedidos anteriores não foram analisados.
A defesa sustenta que o relator, André Mendonça, flexibilizou medidas cautelares de outros investigados no mesmo caso e argumenta que os fundamentos dessas decisões também deveriam ser considerados para Stefanutto.
Os advogados alegam ainda que o relatório final da investigação foi apresentado em agosto, eliminando a necessidade de prisão para preservar diligências. Segundo eles, não foram encontrados elementos financeiros que vinculem Stefanutto aos recursos investigados.