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Editorial: Potência econômica e terra de oportunidades

Os dados do terceiro trimestre da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgados pelo IBGE, mostram que Santa Catarina segue como potência econômica, registrando taxa de ocupação de 2,3%, empatado com Mato Grosso e muito abaixo da média nacional, que ficou em 5,6%.

E mesmo com os indicadores em um nível abaixo de todas as outras federações, a Secretaria de Estado de Planejamento segue fazendo estudos para identificar tendências regionais e os perfis da população em busca de emprego, a fim de manter e ampliar a liderança catarinense no mercado de trabalho.

Santa Catarina sempre foi uma terra de oportunidades. E agora, assume o protagonismo na geração de empregos e na criação de empregos para a população desocupada – iniciativas que podem se tornar, inclusive, espelho para os demais Estados.

Na questão educacional, por exemplo, os programas Educação Levada a Sério, um pacote de investimentos para garantir qualidade de ensino na rede estadual; Qualifica SC, que visa melhorar o fluxo escolar, a permanência dos estudantes e o desempenho acadêmico; e Estudantes Conectados, que cria um novo currículo de educação digital e investimento em infraestrutura para prepara estudantes para o uso crítico, criativo, ético e seguro das tecnologias, são oportunidades seguras e eficientes de qualificação.

Além disso, o governo do Estado passou a oferecer inscrições gratuitas nos Centros de Educação Profissional Agrotécnicos para próximo ano. Tem também a parceria entre Fiesc e Secretaria da Educação, por meio do Sesi, com foco na EJA (Educação de Jovens e Adultos) profissionalizante, que combina a educação básica com a qualificação profissional e permite que pessoas que não concluíram os estudos na idade indicada possam voltar a sonhar com um salário melhor, um emprego decente e até a evolução na carreira.

Esta é a Santa Catarina que nos orgulha: um Estado de atividades econômicas plurais, que oferece oportunidade de trabalho, salários compatíveis com a função e que, da mesma forma que mantém o mercado de trabalho aquecido, aumenta o poder de consumo das famílias, a autoestima e a sensação de bem-estar, e permite que a população tenha mais educação, empregos melhores, casa própria e novos bens. Porque a vida vai além da jornada de trabalho diária, semanal e mensal, deve ser vivida com qualidade.

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