O governo Lula avalia que o aumento de tarifas aprovado no México não deve afetar a maior parte das exportações automotivas do Brasil, devido ao acordo de livre comércio no setor. Ainda assim, o Executivo acompanha possíveis efeitos sobre o comércio bilateral.
Em nota conjunta, MDIC e Itamaraty alertaram que outras áreas podem perder preferências tarifárias e sofrer impactos negativos, conforme as listas finais. A CNI estimou prejuízo de US$ 1,7 bilhão, enquanto o governo aguarda dados oficiais.
Autoridades brasileiras demonstraram incômodo com a decisão mexicana, tomada após visita de Geraldo Alckmin ao país. Segundo a Folha de S.Paulo, o vice-presidente levou preocupações a autoridades locais e defendeu evitar medidas que prejudiquem o diálogo.