O ex-ministro da Fazenda e candidato do PT ao governo de SP, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (8) que um eventual processo de impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) seria uma medida extrema e, por isso, precisaria estar amparado em fatos e evidências, e não apenas em “paixão política”.
Na declaração, dada a jornalistas após uma sabatina na capital paulista, o petista reforçou a posição de que a saída para a crise envolvendo o Banco Master é retirar o sigilo de todas as investigações relacionadas ao caso, independentemente de quais autoridades estejam envolvidas, relata o Estadão.
O candidato afirmou conhecer o ministro André Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, mas disse não se sentir à vontade para tomar partido na disputa diante da falta de informações sobre os fatos e os fundamentos das decisões.