A Ibiuna Investimentos prevê um segundo semestre desafiador, com economia estagnada e inflação repicando no fim do ano. A gestora estima alta de preços de 4,9% em 2025, acima do teto da meta pelo sexto ano seguido.
A empresa projeta déficit em conta corrente de 3% do PIB e dívida pública próxima a 80% até dezembro, agravados por tensões políticas e comerciais. O ambiente instável deve exigir prêmio de risco maior dos ativos locais.
Com Selic mantida em 15% e incertezas externas, a casa adota postura conservadora, reduzindo exposição ao Brasil. Espera-se, porém, alívio com cortes de juros pelo Federal Reserve, o que pode suavizar a pressão sobre o real.