Para 2026, ele prevê um cenário novamente de estabilidade. Os fatores que poderiam fazer a carteira crescer não existem, como alta na rentabilidade do campo, expansão de custos de produção ou aumento do faturamento puxado por preços.
“Vamos precisar de umas três safras para o mercado voltar. Não vai ser em 2026, talvez em 2027”, avaliou.