O Brasil está mais conservador em 2026, segundo a nova edição do Índice de Conservadorismo de Costumes, elaborado pela Ipsos-Ipec. O indicador se aproximou dos níveis registrados em 2016, ano do impeachment de Dilma Rousseff, e em 2018, quando Jair Bolsonaro foi eleito presidente.
Para Márcia Cavallari, líder de Pesquisas de Opinião Pública e Reputação Corporativa da Ipsos, o cenário pode favorecer Flávio Bolsonaro (PL) na disputa de segundo turno contra o presidente Lula (PT), relata o Estadão.
Em uma escala que varia de zero, considerado totalmente progressista, a um, totalmente conservador, o Brasil alcançou 0,680 em 2026. O índice considera opiniões sobre legalização do aborto, pena de morte, redução da maioridade penal, prisão perpétua para crimes hediondos e casamento entre pessoas do mesmo sexo.