A indústria global de petróleo e gás enfrenta um segundo semestre marcado por incertezas, com impactos das tensões no Oriente Médio, custos logísticos elevados e dificuldades na recomposição da oferta mundial.
Especialistas avaliam que o Brasil mantém competitividade graças ao baixo custo de produção e ao bom desempenho operacional das empresas. Ainda assim, o debate sobre um possível imposto de exportação preocupa investidores.
A expectativa é de que a volatilidade dos preços continue nos próximos meses. Além dos conflitos internacionais, o mercado acompanha fatores como a oferta da OPEP e o cenário político nos Estados Unidos.