O Jeep Renegade estreou no Brasil em 2015 e, logo de cara, cativou o público brasileiro que sonhava em ter o seu primeiro SUV. Facilmente reconhecido nas ruas, o primeiro carro da marca do grupo Stellantis é produzido até hoje na planta de Goiana (PE), e após duas reestilizações em seus mais de 10 anos de produção, chegou a hora de inovar.
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Considerado o primeiro SUV da Jeep fabricado no Brasil, o Renegade finalmente chegará à linha 2027 com novo sistema híbrido de 48V que será incorporado ao motor turbo flex (T270) de 1,3 litro e ao câmbio automático de seis marchas fornecido pela Aisin, conforme apurou o site Autos Segredos.
Hoje em dia, disponível apenas com motor 1.3 turboflex, o Renegade é capaz de fazer 7,7 km/l na cidade e 9,1 km/l na estrada rodando com etanol e 11 km/l no ciclo urbano e 12,8 km/l no rodoviário, com gasolina, segundo o Inmetro. No entanto, é fato que depois de elerificado, o Jeep ficará bem mais econômico, além, é claro, de menos poluente.
O novo crossover do grupo Stellantis será lançado em março deste ano, ainda de acordo com o portal Autos Segredos. Enquanto isso, o Renegade segue em 6° lugar no ranking AUTOO dos SUVs compactos, atrás de Nissan Kicks, Fiat Fastback, Hyundai Creta, Chevrolet Tracker e Volkswagen T-Cross.
Entre seus pontos fortes e fracos, confira cinco razões para fazer valer a pena esperar pela renovação do primeiro SUV da Jeep fabricado no Brasil.
1 – SISTEMA HÍBRIDO
O Jeep Renegade será oferecido em cinco versões: Sport T270, Altitude Hybrid, Longitude Hybrid, Sahara Hybrid e Willys 4×4, com a primeira mantendo o motor a combustão atual. No entanto, a partir da segunda variante em diante, passará a contar com o sistema MHEV de 48 Volts, pelas informações do Autos Segredos
Oriundo da plataforma Bio-Hybrid, o recurso se baseia em dois propulsores elétricos. Além do convencional motor de partida, haverá outro elétrico adicional (28 cv de potência e torque de 5,6 kgfm) que substituirá o alternador.
Trocando em miúdos, a nova transição da mobilidade elétrica promete um funcionamento mais eficiente, tanto do ponto de vista energético quanto prático, visto que o recurso MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle – Veículo Híbrido Leve) dispensa a tomada para carregamento.
2 – VISUAL
Imagem: Projeções/ Kleber Silva
Lançado em 2015, o Jeep Renegade praticamente não mudou a tradicional silhueta nesses mais de 10 anos. Com apenas duas atualizações estilísticas em seu currículo, a terceira leve mudança vai encerrar essa geração até a chegada de um modelo totalmente novo, aguardada para o mercado europeu a partir de 2027. Aqui, sem previsões, por enquanto.
Seja como for, o estilo se concentrará no conjunto frontal com novos faróis agregando luzes DRL.Já na parte lateral, espera-se um novo conjunto de rodas e na traseira, as mudanças serão ainda mais discretas, com foco no novo arranjo das lanternas e para-choque redesenhado
3 – INTERIOR
Se por fora, as mudanças foram discretas, mas pontuais, é por dentro que o Renegade mudou bastante. O painel, segundo pontuou o colega Marlos Ney Vidal do portal Autos Segredos é o mesmo do Compass.
A julgar pelos flagras de uma unidade toda camuflada, é possível ver um painel todo renovado com a central multimídia do tipo flutuante, igual ao do irmão maior. Fora isso, espera-se, obviamente, novos revestimentos de bancos e forrações de porta.
4 – ACABAMENTO

Imagem: Divulgação
Com a chegada do SUV compacto Jeep Avenger neste ano, que se posicionará abaixo do Renegade repaginado, espera-se não só uma lista mais recheada de equipamentos, mas também um acabamento ainda melhor do que já existe na atual linha dando mais refinamento ao conjunto. Nas versões mais caras, no lugar do tecido, espera-se o uso de couro.
São estratégias para elevar o posto de SUV de entrada – passando a ser ocupado pelo Avenger – para SUV intermediário.
5- CUSTO-BENEFÍCIO
O Jeep entra para o segmento dos híbridos, tornando-se um dos modelos com o melhor custo-benefício do mercado. Com a tradicional extensa lista de itens de série agregada ao novo sistema híbrido que promete mais economia e eficiência energética, o Renegade poderá subir de posição em vendas.
A solução do sistema híbrido leve (MHEV) não dependerá de recarga externa, como carregador de parede (Wallbox). Isso, de certa maneira, tornará os próximos modelos da Jeep, como o Renegade, Avenger e Compass, mais acessíveis e práticos para o consumidor brasileiro.