Mais de 60 países assinaram no Vietnã um tratado da ONU para combater crimes cibernéticos, como fraudes e pornografia infantil. O acordo, proposto pela Rússia e aprovado em 2023, entra em vigor após a ratificação pelos Estados signatários.
O secretário-geral António Guterres chamou o tratado de marco global, mas especialistas e grupos de direitos humanos alertam para brechas que podem permitir repressão digital e ampliação da vigilância estatal.
Empresas de tecnologia como Meta e Dell criticaram a convenção, alegando que o texto criminaliza pesquisadores e enfraquece salvaguardas de privacidade, em contraste com normas mais protetivas da Convenção de Budapeste.