A volatilidade do petróleo após a guerra no Irã levou o mercado financeiro a rever expectativas para a reunião do Copom desta quarta-feira (18). Cresceu a aposta de redução de 0,25 ponto percentual da Selic, hoje em 15% ao ano.
Antes da escalada do conflito no Oriente Médio, o consenso era de corte inicial de 0,5 ponto percentual. Parte das instituições mantém essa projeção, mas admite possibilidade de decisão mais conservadora.
A alta do petróleo e as incertezas externas ampliaram a cautela nas projeções. Economistas também não descartam manutenção da taxa atual enquanto o Banco Central avalia os impactos do cenário internacional.