O número de trabalhadores com CNPJ cresce e, em muitos setores, eles recebem mais que empregados com carteira. Segundo a FGV, ganhos podem chegar ao dobro, especialmente entre profissionais mais escolarizados.
O MTE identificou 4,8 milhões que migraram do regime CLT para PJ entre 2022 e 2024, gerando perdas de R$ 85,6 bilhões à Previdência e ao FGTS. A pasta investiga casos de obrigação de abertura de empresa.