O ministro Alexandre de Moraes negou o pedido de trabalho interno feito pelo coronel Marcelo Costa Câmara, condenado a 21 anos pelos atos golpistas de 8 de janeiro. Moraes considerou incompatível permitir atividades ligadas às Forças Armadas.
No mesmo processo, o ministro enviou à PGR pedidos de Silvinei Vasques e do general Mário Fernandes. Silvinei solicita autorização para continuar um doutorado a distância, enquanto Fernandes pede visita íntima.
Os três integram o núcleo de gerência da trama golpista julgada pelo STF. A PGR terá cinco dias para se manifestar sobre os pedidos encaminhados.