A medida provisória que reforça a fiscalização eletrônica da tabela do frete enfrenta dificuldades para avançar no Congresso e pode perder a validade em 16 de julho. Publicada pelo governo federal em março, a MP 1.343/2026 segue sem a instalação da comissão mista responsável por sua análise.
Entidades de caminhoneiros articulam mobilização em Brasília para pressionar pela aprovação do texto. A categoria afirma que a medida fortalece o cumprimento do piso mínimo do frete e acusa representantes do agronegócio e da indústria de atuar para barrar sua tramitação.
Setores produtivos criticam o modelo de fiscalização eletrônica adotado pela ANTT, alegando insegurança jurídica e aumento de custos. Já os caminhoneiros defendem a ferramenta como mecanismo para garantir o pagamento dos valores mínimos previstos na legislação.