Ou seja, cada time tem um executivo de futebol, que responde a Dado. E a partir das informações recebidas, ele tenta adotar padrões que façam os times evoluírem. Mas como ele explica, nem sempre é possível padronizar tudo: “Existe uma diferença muito grande entre um garoto que treina em Londrina, no mês de julho, com uma temperatura de 10 graus, em uma cidade muito desenvolvida, e realidade de um garoto que treina no Ypiranga-BA. Por exemplo, dentro da Vila Canária, um bairro pobre de Salvador, que quase sempre o sol está 33 graus”.