A perfuração da Petrobras na Foz do Amazonas, na costa do Amapá, continua paralisada após um vazamento de fluido ocorrido em 4 de janeiro. A retomada depende de autorização da ANP, que ainda não recebeu relatório detalhado sobre o incidente.
Segundo a agência reguladora, a liberação está condicionada a um diagnóstico inicial com as causas do vazamento, impactos nas barreiras de segurança e medidas adotadas. Enquanto o documento não for entregue, a operação permanece suspensa.
Pelas regras da ANP, a Petrobras tem até 90 dias para apresentar o relatório completo. A agência afirma que não houve danos ambientais ou pessoais e que a perfuração só será retomada após a adoção de medidas preventivas.