O advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro (PL) e investigado por suspeitas de fraudes contra a Previdência, teria recebido minutas de decisões do STJ e manifestações do MPF antes da publicação, segundo investigação da Polícia Federal divulgada pelo UOL.
De acordo com o UOL, investigadores suspeitam que o procurador aposentado Antônio Carlos Simões Soares tenha sido um dos intermediários dos documentos. A apuração aponta que o escritório de Tomaz teria ajustado estratégias jurídicas com base nas informações recebidas.
Tomaz negou qualquer acesso irregular e afirmou que sua atuação respeitou a legislação. Outra investigação da PF aponta que uma empresa ligada ao advogado pagou viagens de Flávio pela Europa em 2025. O senador disse que possui apenas uma relação de amizade com Tomaz.