A PGR defendeu a redução da pena de Antônio Cláudio Alves Ferreira, condenado pelos atos de 8 de janeiro e pela destruição do relógio histórico de Dom João VI no Palácio do Planalto.
Segundo o parecer enviado ao STF, o mecânico concluiu o ensino médio por meio do Encceja 2025 e, por isso, teria direito à remição de 133 dias da pena de 17 anos de prisão.
Caso Alexandre de Moraes homologue o pedido, Ferreira terá acumulado 436 dias de redução de pena por estudo, leitura e trabalho desde o início do cumprimento da condenação.