O PL definiu que Jair Bolsonaro ficará responsável por indicar candidatos ao Senado, enquanto o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, cuidará das disputas aos governos estaduais e das chapas à Câmara. A estratégia enfrenta a restrição de visitas de Valdemar ao ex-presidente.
Segundo a Folha de S.Paulo, aliados pedem ao STF a revogação da proibição e a concessão de prisão domiciliar a Bolsonaro, sob argumento de que a articulação eleitoral é prejudicada.
O senador Wellington Fagundes (PL-MT) disse que esteve com ministros do STF e com o procurador-geral da República para tratar do tema e defendeu que uma decisão seja tomada com rapidez, afirmando que a restrição dificulta o planejamento eleitoral do partido.