Search
Close this search box.

“Postos podem responder por mortes”, diz Derrite

Suspeitos de falsificar bebidas alcoólicas compraram álcool (etanol) contaminado com metanol em postos de combustíveis, segundo o secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), Guilherme Derrite. De acordo com o secretário, por conta disso, os donos dos estabelecimentos podem responder como “coautores” das mortes por intoxicação.

A participação dos postos de combustíveis foi apontada após a Polícia Civil fechar, na manhã desta sexta-feira (10/10), uma fábrica clandestina que usava etanol batizado comprado em um posto para produzir bebidas falsificadas no ABC paulista. Falsificadores teriam ido comprar etanol e acabaram comprando a matéria-prima contaminada com metanol. A informação foi confirmada durante uma coletiva de imprensa da SSP, realizada no início desta tarde.

1 de 19Governo do Estado de São Paulo/Divulgação
2 de 19

Peritos analisam destilados em SP

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

3 de 19

Autoridades apreenderam em um mercadinho mais de 40 garrafas de uísque, gin e vodca

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

4 de 19

Procon participa da operação também

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

5 de 19

Polícia de SP investiga casos

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

6 de 19

Um estabelecimento nos Jardins, outro na Mooca, um na Vila Mariana e outro em São Bernardo foram interditados

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

7 de 19

Entre terça e quarta, foram apreendidas 800 garrafas de bebidas alcoólicas suspeitas de adulteração

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

8 de 19

Vigilância Sanitária trabalha em conjunto com a Polícia Civil de SP

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

9 de 19

Duas pessoas foram presas suspeitas de envolvimento em intoxicação por metanol

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

10 de 19

Só nesta terça-feira, 112 garrafas de vodca foram apreendidas em diversos pontos da capital paulista

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

11 de 19

Os bares estão sendo interditados de maneira cautelar

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

12 de 19

Operação apreendeu 50 mil garrafas de bebidas adulteradas

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

13 de 19Governo do Estado de São Paulo/Divulgação
14 de 19

Vigilância Sanitária interditou estabelecimentos em SP

Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

15 de 19

Estabelecimento nos Jardins é interditado pelas autoridades sanitárias após caso de intoxicação de bebidas com metanol

William Cardoso/Metrópoles

16 de 19

Estabelecimento nos Jardins é interditado pelas autoridades sanitárias após caso de intoxicação de bebidas com metanol

William Cardoso/Metrópoles

17 de 19

Estabelecimento nos Jardins é interditado pelas autoridades sanitárias após caso de intoxicação de bebidas com metanol

William Cardoso/Metrópoles

18 de 19

Estabelecimento nos Jardins é interditado pelas autoridades sanitárias após caso de intoxicação de bebidas com metanol

William Cardoso/Metrópoles

19 de 19

Bar na Mooca fechado

William Cardoso/Metrópoles

O secretário da Segurança Pública indicou que a fábrica clandestina possui ligação, inclusive, com dois óbitos por intoxicação no estado. Com o álcool contaminado, o local produzia diversas garrafas com metanol, que eram vendidas para diversos bares de São Paulo.

“Eu não descarto a tese de responder como coautores num possível homicídio, seja homicídio culposo, associação criminosa, porque ele tem responsabilidade sobre o etanol adulterado de gasolina. Aí vai depender da linha de investigação da autoridade que estiver tocando esse inquérito e a denúncia que for oferecida pelo Ministério Público”, explicou.

A SSP afirma que o próximo passo da investigação é averiguar os estabelecimentos suspeitos de venderem esse etanol adulterado.

“A nossa suspeita é de que esses casos que geraram lesões gravíssimas, mortes, adquiriram a matéria prima etanol do mesmo posto de combustível”, explicou.

Fábrica clandestina é fechada

A Polícia Civil fechou, na manhã desta sexta-feira (10/10), a fábrica clandestina que usava etanol comprado em postos de combustíveis para produzir bebidas falsificadas em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

1 de 4

Marcos Antônio foi a segunda vítima confirmada em casos relacionados ao metanol

Reprodução/ Redes Sociais

2 de 4

Marcos Antônio Jorge Junior, de 46 anos, vítima da intoxicação por metanol

Reprodução/ Redes Sociais

3 de 4

Empresário era bebedor contumaz, segundo familiar

Reprodução/Facebook

4 de 4

Ricardo Mira foi a primeira vítima do metanol confirmada

Reprodução/Facebook

A corporação cumpriu mandados de busca e apreensão em São Paulo, São Bernardo do Campo e São Caetano. Ao todo, oito suspeitos foram encaminhados à delegacia para prestar esclarecimentos. Garrafas, bebidas, celulares e outros itens foram apreendidos e encaminhados para perícia.

“A Polícia Civil segue com as investigações para apurar o envolvimento dos suspeitos e a origem dos produtos apreendidos”, disse a SSP.

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *