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Quando a Sustentabilidade Define a Estratégia de TI

A sustentabilidade deixou de ser uma agenda exclusivamente ambiental para ocupar espaço nas decisões estratégicas das empresas. À medida que investidores, clientes e reguladores ampliam as exigências relacionadas às práticas ESG, cresce a busca por modelos que conciliem inovação, eficiência e responsabilidade ambiental. Muito antes de a pauta ganhar protagonismo, porém, a Arklok já nascia com a economia circular no centro do seu modelo de negócios.

Há 17 anos, a empresa estruturou uma operação sustentável em todas as etapas do ciclo de vida dos equipamentos de TI. Hoje consolidada entre as maiores fornecedoras de infraestrutura de TI do país, com amplo portfólio de locação de equipamentos novos (e parte de seminovos), a Arklok dá às organizações acesso a parques tecnológicos completos sem a necessidade de imobilizar capital na compra de ativos — e gerencia toda a jornada dos equipamentos, da implantação ao recondicionamento, da logística reversa ao descarte ambientalmente adequado.

“A Arklok já nasceu com esse propósito de economia circular. Sempre avaliamos se uma nova frente de negócio é sustentável antes mesmo de decidir entrar nela”, explica Andrea Rivetti, fundadora e presidente do Conselho.

IA a Serviço do Ciclo de Vida

A Arklok utiliza o Ark.IA, software proprietário que usa inteligência artificial para monitorar o desempenho dos equipamentos, identificar o momento ideal para manutenção ou substituição e prolongar sua vida útil, reduzindo desperdícios, consumo de energia e custos operacionais.

Ao fim dos contratos, os ativos retornam a uma fábrica própria de recondicionamento, onde passam por manutenção e sanitização certificada de dados. O que está apto volta ao mercado ou é destinado a projetos sociais; o restante segue para descarte ambientalmente adequado. Os clientes recebem certificação que comprova a eliminação segura das informações e a destinação correta dos equipamentos, apoiando auditorias, compliance e relatórios ESG.

Esse modelo, que combina economia circular, governança e uma cultura voltada para a diversidade e para o desenvolvimento de mulheres na tecnologia, atraiu a International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, como investidora da companhia.

“Não entregamos apenas infraestrutura de TI. Fornecemos eficiência, governança e sustentabilidade. Quando os clientes vivenciam esse modelo, entendem que a economia circular gera valor para o negócio. Essa sempre foi, e continuará sendo, a essência da Arklok”, conclui Andrea.

*Infomercial é de responsabilidade exclusiva dos autores.

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