A Raízen encerrou o quarto trimestre da safra 2025/26 com dívida líquida de R$ 58,2 bilhões, alta de 69,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A alavancagem também avançou e atingiu 5,2 vezes o Ebitda ajustado.
Segundo a companhia, o plano de recuperação extrajudicial deverá reduzir o endividamento e fortalecer a estrutura de capital. A proposta inclui aporte de R$ 3,5 bilhões da Shell, conversão de parte da dívida em ações e refinanciamento do saldo restante.
A empresa também aposta em desinvestimentos e reorganizações societárias para ampliar a liquidez. A expectativa é gerar impacto financeiro positivo de R$ 12 bilhões, condicionado à venda de ativos na Argentina.