




Brigitte Bardot, anos mais tarde, assumiu em entrevistas e na autobiografia que a gravidez não a deixou feliz e que a relação com o filho foi difícil e distante. O contato entre os dois era mínimo, até a morte dela, agora em 2025.
Na autobiografia “Initiales B.B”, Bardot descreveu a gravidez como um ‘tumor’ e o nascimento como um trauma, devido ao assédio da imprensa. Ela chegou a dizer que tentou abortar o filho, sem sucesso. A relação foi tão fria e distante, que em 1996 Nicolas processou a própria mãe pelos termos usados no livro, que ele considerou ofensivos.
Relembre a carreira de Brigitte Bardot
Brigitte Anne-Marie Bardot nasceu em Paris, em 1934. A atriz, modelo e ativista ficou famosa por interpretar personagens icônicas no cinema entre os anos 50 e 60 e por ser um sex symbol no século XX.
A atriz começou a carreira na dança, no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris. Com o passar dos anos, Bardot foi para a moda, onde foi contratada pela revista Elle para ser modelo juvenil. Após as primeiras aparições na publicação e a primeira capa, ela entrou nas telas com “Le Trou Normand”, em 1952.
O estrelato chegou em 1956, com o filme “E Deus Criou a Mulher”, filme polêmico que chegou a ser censurado em diversos países por tratar da história de uma adolescente imoral em uma cidade no litoral da França, fez sucesso por abordar a sexualidade de forma inovadora.
Com os anos, Bardot se tornou sex symbol e teve uma vida polêmica, com muitos affairs, três casamentos e até quatro tentativas de suicídio. O fim da carreira como atriz foi em 1974, pouco antes de fazer 40 anos, por cansaço da indústria. Após se aposentar, Brigitte decidiu ser ativista pelos direitos dos animais e se tornou vegetariana.
O único filho, Nicolas, foi deixado por Bardot com o pai, Jacques Charrier, após a separação do casal. Ela contou na autobiografia que chegou a tentar abortar, mas não conseguiu e, por isso, preferiu deixar o filho com o pai.