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Polícia bloqueia R$ 6 bilhões de grupo suspeito de lavar dinheiro do PCC

Polícia Civil bloqueia R$ 6 bilhões de grupo suspeito de lavar dinheiro do PCC

Reprodução: Polícia Civil

Resumo da notícia

Bloqueio de R$ 6 bilhões em bens foi realizado pela Polícia Civil de São Paulo contra um grupo de empresas suspeito de lavagem de dinheiro para o PCC, após a segunda fase da Operação Falso Mercúrio.

Cumprimento de quase 50 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão foi feito na capital paulista e região metropolitana, sem localização dos alvos, resultando na apreensão de imóveis, veículos, dinheiro em espécie, armas e celulares, incluindo cerca de 260 veículos.

Investigação liderada pelo delegado-geral Artur José Dian apontou Kauê do Amaral Coelho, olheiro do PCC, como beneficiário de recursos ilícitos movimentados por quase 50 empresas, com o objetivo de ocultar a origem criminosa do dinheiro, mantendo o foco no desmantelamento da rede apesar da não prisão dos suspeitos.

Este resumo foi gerado por inteligência artificial e cuidadosamente revisado por jornalistas antes de ser publicado.

A Polícia Civil de São Paulo bloqueou nesta quinta-feira R$ 6 bilhões em bens de um grupo de empresas suspeito de atuar no esquema de lavagem de dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital).

A decisão judicial foi tomada após a segunda fase da Operação Falso Mercúrio, com o cumprimento de quase 50 mandados de busca e apreensão na capital paulista e na Região Metropolitana. A operação também incluiu seis mandados de prisão, mas até o momento, os alvos não foram localizados.

De acordo com o delegado-geral de São Paulo, Artur José Dian, as investigações indicam que Kauê do Amaral Coelho, um olheiro do PCC envolvido no assassinato do delator Vinicius Gritzbach, recebeu dinheiro de um grupo de empresas para esconder a origem ilícita dos recursos. As investigações revelaram que o esquema criminoso usava uma rede de quase 50 empresas de diferentes setores para movimentar o dinheiro de forma ilegal, o que levou ao bloqueio de imóveis, veículos, dinheiro em espécie, armas de fogo e celulares. Entre os itens apreendidos estão cerca de 260 veículos.

Apesar de a operação não ter conseguido prender os seis suspeitos ainda foragidos, Artur Dian afirmou que isso não comprometerá o andamento das investigações. O delegado-geral afirmou que a operação de hoje é um desdobramento de uma outra fase da Operação Falso Mercúrio, realizada em julho deste ano, que resultou no cumprimento de 21 mandados de busca e apreensão. A ação segue focada no desmantelamento da rede criminosa que estava se valendo de várias empresas para lavar dinheiro proveniente de atividades ilícitas.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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